As mentiras do Apocalipse Protestante! 

Constantino e o Edito de Milão.

Constantino e o Edito de Milão.

Romanos 13

1. Cada qual seja submisso às autoridades constituídas, porque não há autoridade que não venha de Deus; as que existem foram instituídas por Deus.
2. Assim, aquele que resiste à autoridade, opõe-se à ordem estabelecida por Deus; e os que a ela se opõem, atraem sobre si a condenação.
3. Em verdade, as autoridades inspiram temor, não porém a quem pratica o bem, e sim a quem faz o mal! Queres não ter o que temer a autoridade? Faze o bem e terás o seu louvor.

Meus Irmãos.

Esse tópico será dedicado ao famoso “Edito de Milão” no qual foi uma graça alcançada pela Santa Igreja Católica Apostólica Romana e que foi transformado em desgraça pelos hereges protestantes, alias os rebelados sempre transformaram “graça em desgraça” o mesmo eles fazem com o primado de São Pedro, eles querem transformar a graça que São Pedro recebeu de Jesus Cristo em uma desgraça para assim justificar suas heresias em torno da Santa Divisão Desgraçada Protestante.

Porém não iremos desviar o assunto do “Edito de Milão”, vamos colocar aqui as acusações e calunias protestantes a respeito dessa graça alcançada pela Santa Igreja Católica.

Calunias:

 

  • A Igreja Católica nasceu depois do Edito de Milão e foi fundada por Constantino.
  • A Igreja Católica sofreu influencia do paganismo depois do Edito de Milão.
  • O Edito de Milão paganizou todo o Cristianismo com o concilio de Nicéia.
  • Antes do Edito de Milão a Igreja era apenas Igreja Primitiva.
  • Antes do Edito de Milão a Igreja e os Cristãos viviam apenas com a Bíblia.

 

Bem, essas são as principais calunias protestantes a respeito do “Edito de Milão”. Porém eu vou acabar com algumas dessas heresias facilmente, pois antes do Edito de Milão a Igreja Católica já existia, mas a Bíblia não.

Bem aqui estão as provas de que a Igreja Católica existia desde o século I.

Inácio de Antioquia em 107 D.C:

"Onde comparecer o Bispo, aí esteja a multidão, do mesmo modo que, onde estiver Jesus Cristo, aí está a IGREJA CATÓLICA

(Epístola aos Esmirnenses c 8, 2). 

São Policarpo:

A Igreja de Deus que peregrina em Esmirna à Igreja de Deus que peregrina em Filomélio e a todas as paróquias da IGREJA SANTA E CATÓLICA em todo o mundo.

"fez menção de todos quantos em sua vida tiveram trato com ele, pequenos e grandes, ilustres e humildes, e especialmente de toda a IGREJA CATÓLICA, espalhada por toda a terra”

(c. 8).

São Clemente:

“Não só pela essência, mas também pela opinião, pelo princípio pela excelência, só há uma Igreja antiga e é a IGREJA CATÓLICA. Das heresias, umas se chamam pelo nome de um homem, como as que são chamadas por Valentino, Marcião e Basílides; outras, pelo lugar donde vieram, como os Peráticos; outras do povo, como a heresia dos Frígios; outras, de alguma operação, como os Encratistas; outras, de seus próprios ensino, como os Docetas e Hematistas“.

(Stromata 1.7. c. 15).

Observem que todos esses documentos são do século I e do inicio do século II, agora eu lanço um desafio a esses rebelados:

Mostre-me uma fonte documental datado dos séculos I, II e III que tenha definido um cânon Bíblico com 66 livros como eles acreditam?  

Jamais irão me mostrar, pois o primeiro cânon Bíblico nasceu no século IV com 73 livros e depois do “Edito de Milão”.  

Voltando ao “Edito de Milão” eu vou mostrar a todos os leitores que o “Edito de Milão” foi uma graça alcançada pela Santa Igreja Católica Apostólica Romana única de Jesus Cristo, onde depois de três séculos a Santa Igreja conseguiu finalmente sair das catacumbas de Roma e pregar o Evangelho de Jesus Cristo sem receios, perseguições e açoites cometidos por aqueles que não eram adeptos do Cristianismo; bem meus irmãos podemos comparar o “Edito de Milão” ao “Edito de Ciro” Rei da Pérsia.    

Esdras 1

1. No primeiro ano de Ciro, rei da Pérsia, para que se cumprisse a profecia posta pelo Senhor na boca de Jeremias, o Senhor suscitou o espírito de Ciro, rei da Pérsia, o qual mandou fazer em todo o seu reino, de viva voz e por escrito, a proclamação seguinte:
2. Assim fala Ciro, rei da Pérsia: o Senhor, Deus do céu, deu-me todos os reinos da terra, e encarregou-me de construir-lhe um templo em Jerusalém, que fica na terra de Judá.
3. Quem é dentre vós pertencente ao seu povo, que seu Deus o acompanhe, suba a Jerusalém que fica na terra de Judá e construa o templo do Senhor, Deus de Israel, o Deus que reside em Jerusalém.
4. Que todos os sobreviventes (de Judá) onde quer que residam, sejam providos pelos habitantes da localidade onde se encontrarem, de prata, ouro, cereais e gado, bem como de oferendas voluntárias para o templo do Deus que reside em Jerusalém.

Agora eu pergunto aos rebelados:

Por um acaso o judaísmo nasceu a partir do “Edito de Ciro”? 

Assim iremos mostrar todos os acontecimentos que levou “Constantino” a enviar o “Edito de Milão” e mostra que além de ser uma graça alcançada pela Santa Igreja Católica até os protestantes devem ao “Edito de Milão”.      

Edito de Milão:

Édito de Milão, março de 313.

"Nós, Constantino e Licínio, Imperadores, encontrando-nos em Milão para conferenciar a respeito do bem e da segurança do império, decidimos que, entre tantas coisas benéficas à comunidade, o culto divino deve ser a nossa primeira e principal preocupação. Pareceu-nos justo que todos, os cristãos inclusive, gozem da liberdade de seguir o culto e a religião de sua preferência. Assim Deus que mora no céu ser-nos-á propício a nós e a todos nossos súditos. Decretamos, portanto, que não, obstante a existência de anteriores instruções relativas aos cristãos, os que optarem pela religião de Cristo sejam autorizados a abraçá-las sem estorvo ou empecilho, e que ninguém absolutamente os impeça ou moleste... . Observai outrossim, que também todos os demais terão garantia a livre e irrestrita prática de suas respectivas religiões, pois está de acordo com a estrutura estatal e com a paz vigente que asseguremos a cada cidadão a liberdade de culto segundo sua consciência e eleição; não pretendemos negar a consideração que merecem as religiões e seus adeptos. Outrossim, com referência aos cristãos, ampliando normas estabelecidas já sobre os lugares de seus cultos, é-nos grato ordenar, pela presente, que todos que compraram esses locais os restituam aos cristãos sem qualquer pretensão a pagamento... [as igrejas recebidas como donativo e os demais que antigamente pertenciam aos cristãos deviam ser devolvidos. Os proprietários, porém, podiam requerer compensação.]
Use-se da máxima diligência no cumprimento das ordenanças a favor dos cristãos e obedeça-se a esta lei com presteza, para se possibilitar a realização de nosso propósito de instaurar a tranquilidade pública. Assim continue o favor divino, já experimentado em empreendimentos momentosíssimos, outorgando-nos o sucesso, garantia do bem comum."

Observem que os preceitos dos “Edito de Milão” não foi funda uma Igreja e sim dar liberdade Religiosa a Igreja Cristã já existente assim como todas outras Religiões, ou seja, cada cidadão se encontrava na liberdade de seguir sua orientação Religiosa (Seja Cristão ou não) da maneira que lhe parecer melhor.

O que isso tem a ver com as acusações protestantes mencionados no inicio do tópico? Respostas: NADA.

Agora iremos colocar no tópico a visão de quem viveu a época, nada melhor do que Euzébio de Cesaráia para nos ensinar tudo sobre a graça alcançada pela Santa Igreja junto ao “Edito de Milão”.       

Historia Eclesiástica Euzébio de Cesaréia (Livro X Capitulo V).

"1. Bem, mas no que segue, citemos também as traduções das disposições imperiais de Constantino e de Licínio, traduzidas do latim."

CÓPIA DAS DISPOSIÇÕES IMPERIAIS TRADUZIDAS DO LATIM.

“2. Ao considerar, já há tempo, que não se há de negar a liberdade da religião, mas que se deve outorgar à mente e à vontade de cada um a faculdade de ocupar-se dos assuntos divinos segundo a preferência de cada um, tínhamos ordenado aos cristãos que guardassem a fé de sua escolha e de sua religião.

3. Mas como ocorreu que naquele decreto em que aos mesmos se outorgava semelhante faculdade parece que se acrescentavam claramente muitas e diversas condições, talvez se desse que alguns deles foram pouco depois violentamente afastados da dita observância.

4. Quando eu, Constantino Augusto, e eu, Licínio Augusto, nos reunimos felizmente em Milão e nos pusemos a discutir tudo o que importava ao proveito e utilidade públicas, entre as coisas que nos pareciam de utilidade para todos em muitos aspectos, decidimos sobretudo distribuir umas primeiras disposições em que se asseguravam o respeito e o culto à divindade, isto é, para dar, tanto aos cristãos quanto a todos em geral, livre escolha para seguir a religião que quisessem, com o fim de que tanto a nós quanto aos que vivem sob nossa autoridade nos possam ser favoráveis a divindade e os poderes celestiais que existam.

5. Portanto, foi por um saudável e retíssimo arrazoamento que decidimos tomar esta nossa resolução: que a ninguém se negue em absoluto a faculdade de seguir e escolher a observância ou a religião dos cristãos, e que a cada um se dê a faculdade de entregar sua própria mente à religião que creia que se adapta a ele, a fim de que a divindade possa em todas as coisas outorgar-nos sua habitual solicitude e benevolência.

6. Assim era natural que déssemos por decreto o que era de nosso agrado: que, suprimidas por completo as condições que se continham em nossas primeiras cartas a tua santidade acerca dos cristãos, também se suprimisse tudo o que parecia ser inteiramente sinistro e alheio a nossa mansidão, e que agora cada um dos que sustentam a mesma resolução de observar a religião dos cristãos, observe-a livre e simplesmente, sem impedimento algum.................

9. Mas, além disto, em atenção às pessoas dos cristãos, decidimos também o seguinte: que seus lugares em que anteriormente tinham por costume reunir-se e acerca dos quais já em carta anterior enviada a tua santidade havia outra regra, delimitada para o tempo anterior, se parecer que alguém os tenha comprado, seja de nosso tesouro público, seja de qualquer outro, que os restitua aos mesmos cristãos, sem reclamar dinheiro nem compensação alguma, deixando de lado toda negligência e todo equívoco, E se alguns, por acaso, os receberam como doação, que estes mesmos lugares sejam restituídos o mais rapidamente possível aos mesmos cristãos....................”

Bem meus Irmãos:

Nessa primeira parte do documento podemos entender que Constantino não se colocar como Cristão (Até o momento), ele fala dos Cristãos em terceira pessoa como se ele não fizesse parte desse Grupo Religioso, observamos novamente ele dando liberdade Religiosa não só aos Cristãos como também as demais Religiões existentes naquele momento, assim ele restitui a Igreja Católica todos os lugares onde os Cristãos se reuniam no inicio do Cristianismo em Roma.

Alguém leu ai alguma coisa sobre (Constantino funda uma Igreja)?         

Historia Eclesiástica Euzébio de Cesaréia (Livro X Capitulo V).

CÓPIA DE OUTRA DISPOSIÇÃO IMPERIAL QUE TAMBÉM FOI TOMADA ASSINALANDO QUE A DOAÇÃO FOI FEITA SOMENTE À IGREJA CATÓLICA.

"15. "Saúde, estimadíssimo Anulino. É costume de nossa benevolência o seguinte: que nós não somente queremos que não se cause dano ao que precisamente pertence ao direito alheio, mas que inclusive se restitua, estimadíssimo Anulino.

16. Daí que queiramos que, ao receber esta carta, se, em cada cidade ou inclusive em outros lugares, alguns destes bens pertenciam à Igreja católica dos cristãos e agora os detenham cidadãos ou outras pessoas, faças com que ditos bens sejam restituídos imediatamente à mesmas igrejas, posto que decidimos que precisamente aquilo que as ditas igrejas possuíam antes seja restituído a seu direito.

17. Por conseguinte, já que tua santidade está comprovando que a ordem deste nosso comando é evidente, apressa-te para que tudo, sejam jardins, casas ou qualquer outra coisa que pertença ao direito das ditas igrejas, seja-lhes restituído o mais rapidamente possível, de sorte que chegue a nosso conhecimento que aplicaste a esta nossa ordem a mais escrupulosa obediência. Que tudo te vá bem, estimadíssimo e mui querido Anulino."

Bem meus Irmãos:

Essa foi uma carta envida a um Bispo da África no qual Constantino restituía os bens da Igreja Católica (Observem que ele cita Igreja Católica como se já existisse) tomada no período da perseguição.   

Historia Eclesiástica Euzébio de Cesaréia (Livro X Capitulo V).

CÓPIA DE UMA CARTA IMPERIAL, PELA QUAL MANDA QUE SE REÚNA UM CONCÍLIO DE BISPOS EM ROMA, SOBRE A UNIDADE E A CONCÓRDIA DA IGREJA.

"18. "Constantino Augusto a Milcíades, bispo dos romanos, e a Marcos: Muitos importantes documentos me têm sido enviados da parte do ilustríssimo procônsul da África Anulino, nos quais se menciona que o bispo da cidade dos cartagineses Ceciliano é acusado de muitas coisas por alguns de seus colegas com sede na África, e a mim me parece sumamente grave que nestas províncias, que a divina providência voluntariamente confiou a minha solicitude e nas quais é muito numerosa a população, encontre-se uma multidão persistindo no pior, como se estivesse dividida, e que entre os próprios bispos existam diferenças.

19. Pelo que, decidimos que o próprio Ceciliano, com dez bispos dos que parecem acusá-lo e outros dez que ele mesmo possa crer necessários para sua própria causa, embarque para Roma e ali, estando vós presentes - assim como também vossos colegas Retício, Materno e Marino, aos quais mandei por esta causa apressarem-se a ir a Roma -, possa ser ouvido, o que se ajusta, como sabes, à lei augustíssima.

20. Mesmo assim, para que possais ter acerca de todos estes assuntos um conhecimento completo, anexo a minha carta as cópias dos documentos que me enviou Anulino e remeto-os também a vossos colegas anteriormente citados. Quando os lerdes, vossa firmeza decidirá de que maneira haverá que examinar com o maior escrúpulo a dita causa e dar-lhe fim conforme o direito, posto que não vos é ocultado que estou dispensando à legítima Igreja católica um respeito tão grande que por nada do mundo quero que permitais cisma ou divisão em lugar algum. Que a divindade do grande Deus vos guarde por muitos anos, estimadíssimo."

Bem meus Irmãos:

Essa foi uma carta de Constantino envida aos Papa Miliciades transmitido um cisma que estava acontecendo entre os Bispos da África, no qual ele reconhece a autoridade da Cátedra de Roma e pede para o Santo Padre tomar a melhor decisão segundo as Leis Divinas e por “Admiração” a Igreja Católica não gostaria de ver cismas e divisões em toda Igreja.   

Sendo assim Constantino recebe também graças Divinas pela sua atitude em favor da Santa Igreja Católica, depois de um certo tempo Licínio se voltou contra Constantino e contra Deus e os Cristãos, viveu seus últimos dias em volta de uma perturbação demoníaca e entre suas loucuras declarou guerra a Constantino e Deus retribuiu a Constantino toda sua misericórdia diante desse atribulado em seu Reinado; Para saber melhor como Deus foi justo com Constantino iramos colocar os relatos narrados por Euzébio de Cesaréia.

Historia Eclesiástica Euzébio de Cesaréia (Livro X CapituloIX).

"1. “A este, por conseguinte, foi que Deus outorgou desde cima, como fruto digno de sua piedade, o troféu da vitória contra os ímpios. Em troca, precipitou o criminoso com todos seus conselheiros e amigos aos pés de Constantino.

2. Efetivamente, tendo aquele feito avançar seus atos até extremos de loucura, o imperador amigo de Deus concluiu que já era insuportável. Fazendo seu cálculo prudente e somando a sua humanidade a firmeza do juiz, decide acudir em socorro dos que sofriam sob o tirano. Desembaraçou-se de alguns breves contratempos e pôs-se em movimento para recobrar a maior parte do gênero humano.

3. Até então, efetivamente, havia utilizado com ele somente a humanidade, e havia-se compadecido de quem não era digno de compaixão, sem proveito nenhum, já que o outro não se afastava de sua maldade, antes até, aumentava ainda mais sua raiva contra as nações submetidas e já não deixava nenhuma esperança de salvação para os maltratados, tiranizados como estavam por uma fera espantosa.

4. Por isto, juntando seu ódio ao mal com seu amor ao bem, o defensor dos bons avança junto com seu filho Crispo, humaníssimo imperador, estendendo sua destra salvadora a todos os que pereciam. Logo, como se tivessem guias e como aliados a Deus, rei universal, e a seu Filho, salvador de todos, pai e filho, ambos de uma vez, separam em círculo sua formação contra os inimigos de Deus e conseguem para si uma fácil vitória, já que Deus lhes dispôs tudo no confronto conforme seu plano.

5. Efetivamente, de súbito e com mais rapidez do que se diz, os que ontem e anteontem respiravam morte e ameaça, já não existiam; nem de seus nomes havia memória; suas imagens e monumentos recebiam seu merecido desdouro, e o que em outro tempo Licínio contemplou com seus próprios olhos nos ímpios tiranos, isto mesmo ele sofreu em pessoa, por não arrepender-se nem corrigir-se ante os castigos de seus vizinhos. Depois de compartir com estes o mesmo caminho da impiedade, caiu merecidamente no mesmo precipício que eles.

6. Mas, enquanto ele jazia prostrado desta maneira, Constantino, o vencedor máximo, que sobressaía em toda virtude religiosa, e seu filho Crispo, imperador amado de Deus e semelhante em tudo a seu pai, recobraram o familiar Oriente e apresentavam reunido em um, como antigamente, o governo romano, conduzindo sob a paz de ambos a terra toda, desde o sol nascente, em círculo por uma e outra parte do orbe habitado, e pelo norte e o meio dia, até o limite extremo do Ocidente.

7. Em conseqüência, eliminava-se de entre os homens todo medo aos que antes os pisoteavam, e em troca, celebravam-se brilhantes e concorridos dias de solenes festas. Tudo explodia de luz. Os que antes andavam cabis-baixos olhavam-se mutuamente com rostos sorridentes e olhos radiantes, e pelas cidades, assim como pelos campos, as danças e os cantos glorificavam em primeiríssimo lugar o Deus rei e soberano de tudo - porque isto haviam aprendido -, e em seguida o piedoso imperador, junto com seus filhos amados por Deus.

8. Havia perdão dos males antigos e esquecimento de toda impiedade; gozava-se dos bens presentes e esperavam-se os vindouros. Por conseguinte, estendiam-se por todo lugar disposições do vitorioso imperador cheias de humanidade e leis que levavam a marca da munificência e verdadeira piedade.

9. Expurgada assim, realmente, toda tirania, o império que lhes correspondia reservava-se seguro e indiscutível somente para Constantino e seus filhos, os quais, depois de eliminar do mundo antes de tudo o ódio a Deus, conscientes dos bens que Deus lhes havia outorgado, tornaram manifesto seu amor à virtude, seu amor a Deus, sua piedade para com Deus e sua gratidão, mediante obras que realizavam publicamente à vista de todos os homens.”

E assim termina toda a Historia do “Edito de Milão” a graça alcançada pela Santa Igreja Católica e desgraçada pelos rebelados protestantes." 

Autor Cris Macabeus.

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